sábado, 21 de setembro de 2013

Clipping: Hora de reinventar o Ensino?


(de 15 a 21/set)
Por que aplicar a tecnologia na sala de aula ainda é um desafio? Talvez porque a própria sala de aula tenha que ser revista, 'invertida'! Novidades na tecnologia é o que não falta: sites com ensino colaborativo, jogos, aplicativos para estudar, ...
Ainda existem 'medos', como do twitter emburrecer os alunos. E muitas vezes falta colocar o aluno no centro do processo.
Enquanto isso MOOC começa a se mostrar viável economicamente! Hora de reinventar o Ensino?

  • O desafio da classe digital
    Apesar de amplamente disseminada fora da escola, a tecnologia ainda custa a entrar na sala de aula; entenda por que isso ocorre e conheça exemplos de iniciativas
    Embora a tecnologia esteja disseminada fora da escola, aplicá-la em sala de aula ainda é um desafio para os educadores. Mesmo em São Paulo, a maior cidade da América do Sul, são poucos os colégios que aplicam – com planejamento, seleção adequada de materiais e capacitação de professores – recursos digitais além do uso simples de computador e iPad.
    O Estado de São Paulo
    Veja também:
    ‘Tecnologia não educa sozinha’ (O Estado de São Paulo)

  • Utilizando a ‘sala de aula invertida’, rendimento dos alunos cresce 5%
    Popularizada pelo professor-celebridade Salman Khan, o flipped classroom, ou a sala de aula invertidaGlossário compartilhado de termos de inovação em educação – conceito desenvolvido há alguns anos nos EUA mais ainda pouco difundido entre educadores brasileiros – , vem mostrando os seu primeiros resultados. Um estudo desenvolvido numa instituição americana demonstra que o método que propõe aos alunos que aprendam o conteúdo em suas próprias casas – por meio de videoaulas ou outros recursos interativos digitais – e utilizem o espaço da sala de aula para tirar dúvidas com os professores, tem impactos positivos na aprendizagem. E ele já é mensurável. Na pesquisa, foi constatado que o rendimento dos alunos que usam a lógica do flipped aumenta em 5,1%.
    Porvir

  • Sites promovem ensino colaborativo
    (...) No Brasil, o Nos.vc já promoveu 247 encontros de temas variados. Os cursos podem ser pagos ou gratuitos e o site não cobra nenhuma taxa dos organizadores, mas exige um número mínimo de participantes para a aula ser realizada. Os interessados pagam uma taxa extra de 7,5% do valor do curso para subsidiar a manutenção do site.
    A remuneração dos fundadores da plataforma vêm das aulas que eles também organizam pelo site.
    O Estado de São Paulo

  • Jogo do MIT ensina ciência, engenharia e tecnologia
    Tornar o processo de aprendizagem cada vez mais atraente para o estudante é um dos principais desafios da educação. Para tanto, muitas escolas veem incorporando novas estratégias de ensino. A inclusão de jogos como atividade complementar da grade curricular é uma delas. O problema é que nem sempre a utilização dos games alcança esse objetivo. Em alguns casos, os jogos podem ser considerados “bobinhos” pelos alunos ou então, o assunto pode ser visto por professores como muito denso para ser trabalhado na tela de um computador. Foi com a pretensão de atacar essas duas problemáticas que pesquisadores MIT (Massachusetts Institute of Technology) desenvolveram o The Radix Endeavor, um jogo que usa a lógica dos populares games de estratégia como World of War Craft. A ideia é ensinar estudantes do ensino médio assuntos de Stem (sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e a matemática). O game, disponível em inglês, está aberto a participação de professores norte-americanos e suas respectivas turmas.
    Porvir

  • Será que o Twitter emburrece os alunos?
    “$%@!& #provadematematica #xatiado”, diz um adolescente pelo Twitter. “Fica assim naum, migooooo #tamujunto”, responde a colega em apenas uma das centenas de mensagens que trocariam naquele dia. Se é verdade que as redes sociais têm feito os estudantes escreverem mais, será que digitar cotidianamente palavras como “xatiado”, “naum”, “migooooo” e “tamu” não os está fazendo escrever pior? Será que tantos neologismos e emoticons não estão sendo importados para os momentos em que os alunos precisam escrever de maneira formal? Pesquisas realizadas nos EUA, cada uma com seu recorte e perfil, têm mostrado que, ao menos para eles, não. Essa geração está longe de ter emburrecido por causa do Twitter.
    Porvir

  • Artigo: Educação 3.0 coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem
    Gonçalo Margall é diretor da Sapienti
    (...) Em meio a este momento começamos a vislumbrar, no Brasil, alguns exemplos de escolas que decidiram avançar para a educação 3.0, ou educação personalizada. Antes de falar da parte “humana” desta onda, quero destacar que nada seria possível sem o auxílio da tecnologia. Para ser tornar uma realidade e promover o ensino individualizado, sintonizado com as potencialidades e carências de cada aluno, a educação 3.0 depende pesadamente de sofisticadas infraestruturas e aplicações tecnológicas. É somente num mundo digital, conectado e interativo que a educação 3.0 acontece. Sem a tecnologia, o sonho de dar um tratamento único e sob medida para cada criança, cada aluno, nos faria voltar ao século XVIII, quando havia um tutor para cada aluno.
    Canal Tech

    EAD

  • Coursera levanta US$ 1 mi com certificados
    Criado em 2012 como canal online de aulas gratuitas de algumas das maiores universidades do mundo, o Coursera sempre gerou dúvidas a respeito de sua viabilidade financeira.
    Entretanto, na quinta-feira, 12, a plataforma de ensino à distância começou a dar provas de que pode andar com suas próprias pernas, levantando US$ 1 milhão com certificados de aproveitamento de estudos em apenas nove meses.
    O Estado de São Paulo

    DICA

  • Conheça nove aplicativos para estudar Biologia, Química e Matemática
    Professores dos colégios Santa Maria e Pueri Domus, em São Paulo, indicam apps úteis para os alunos
    O Estado de São Paulo
  • sábado, 14 de setembro de 2013

    Clipping: O que significa educar hoje?


    (de 08 a 14/set)
    Educação não tem mais o mesmo significado de antigamente. Afinal, quando Google faz educação, quando professores vendem aulas virtuais na internnet, quando games são instrumentos para aprender, algo está diferente.
    Na rede temos ainda ferramentas gratuitas, sites preparatórios para exames, uso de redes sociais para educar... Até o MEC recebe proposta para comprar tablets!
    Diante de tudo isso, programação está em alta. Universidades oferecem cursos, projetos ensinam crianças, ... E alguns ainda insistem em obrigar os alunos a desligarem seus dispositivos para 'assistir aula'!
    Confira links abaixo! E boa leitura!

  • Google terá serviço de ensino colaborativo
    A gigante de buscas está prestes a lançar uma plataforma que vai "conectar pessoas que precisam de ajuda com pessoas que podem fornecer ajuda, através de videochamadas ao vivo, a qualquer hora, em qualquer lugar", segundo descrição no site oficial da ferramenta.
    Folha de São Paulo

  • Crescem sites de venda de aulas virtuais
    Lançado em 2010, o site Udemy, uma plataforma para que professores vendam suas aulas em vídeo, vem ganhando popularidade e crescendo recentemente.
    (...) Um dos fatores que colaboraram para tal crescimento foi a adição de nove línguas, inclusive o português --agora, brasileiros compõem a segunda maior nacionalidade do site, atrás dos americanos.
    Folha de São Paulo

  • Site gratuito oferece games divididos por matérias
    “Desliga o videogame e vai estudar”. Com certeza você é ou conhece alguém que já ouviu esta frase. Entretanto, cada vez mais os jogos se aproximam do aprendizado, seja dentro ou fora da escola. A Escola de Games, por exemplo é uma plataforma on-line e gratuita, com mais de 1 milhão de acessos mensais, que oferece mais de 60 jogos para que crianças de 5 a 12 anos aprendam sobre matemática, português, inglês, geografia, história, conhecimentos gerais e ciências.
    Porvir

  • 8 ferramentas online gratuitas que estudantes e professores devem conhecer
    Consulte aqui 8 ferramentas online gratuitas que podem melhorar a aprendizagem e ajudar nas salas de aula fazendo com que haja uma melhor interatividade
    Com os avanços tecnológicos, as ferramentas online têm vindo a tornar-se numa opção cada vez mais viável para serem utilizadas em sala de aula. Proporcionando maior interatividade entre alunos e professores, elas podem melhorar a aprendizagem e tornar as aulas mais agradáveis.
    Universia Brasil

  • Estadão.edu lança curso preparatório para o Enem
    O Estadão.edu lança nesta quarta-feira, 11, em parceria com o site Eschola.com, um curso grátis de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com mais de 1,2 mil horas/aula de todas as disciplinas do Ensino Médio, além de técnicas de estudo, exercícios e simulados. Se impresso, o material teria mais de 5 mil páginas.
    O Estado de São Paulo

  • 10 #hashtags que todo professor deveria acompanhar
    (...) Então, para ajudar os professores interessados em entrar no universo dos tablets e no mundo dos aplicativos educacionais, o Porvir resolveu mapear 10 hashtags que podem ser buscadas tanto no Twitter quanto no Facebook. Elas trazem recomendações que facilitam o uso dos tablets por educadores, com sugestões de como usar aplicativos para tablets e até notícias sobre o uso dessa tecnologia na sala de aula. E o melhor, muitas das indicações são feitas por outros professores, alunos e internautas interessados no uso de aplicativos para o ensino.
    Porvir

  • MEC recebe propostas de aplicativos para tablet até dia 21 de setembro
    O Ministério da Educação recebe até o 21 de setembro propostas de aplicativos educativos para tablets. O aplicativo deve ser totalmente gratuito para o usuário, funcionar no sistema operacional Android 4.0 e ficar hospedado na loja virtual Google Play. O objetivo é enriquecer o currículo dos alunos e contribuir para a formação continuada dos professores.
    EBC

  • Universidades abrem espaço para cursos que ensinam a criar games
    Trabalhar no desenvolvimento de jogos para videogames, computadores e celulares é sonho frequente no imaginário dos aficionados pelo mundo digital. Em Curitiba, dois cursos de graduação permitem a união dos mundos do hobby e o profissional – na Universidade Positivo (UP) e na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) - ambos com inscrições abertas para o vestibular 2014.
    G1

  • Projeto que ensina crianças a programar chega ao Brasil
    O projeto britânico Code Club, criado no ano passado para ensinar programação como atividade extracurricular a crianças de 9 a 11 anos, deve começar a engrenar no Brasil em breve.
    (...) As primeiras aulas estão sendo coordenadas por voluntários em duas instituições do Rio de Janeiro e via Skype por Hermann para uma escola de Braga (RS).
    Folha de São Paulo

  • A fila vai andar, anuncia a rede social acadêmica Passei Direto
    A fila vai andar, avisam Rodrigo Salvador e André Simões aos 80 mil universitários que aguardam para ingressar no Passei Direto, a rede social acadêmica criada por eles onde alunos de diferentes cursos e universidades compartilham estudos, exercícios, trabalhos e até anotações de aula.
    G1

  • Sem celular nem TV: faculdades proíbem celulares e aparelhos com conexão à internet
    Objetivo é deixar estudante menos conectado e mais concentrado
    O que parece ser fora da realidade hoje em dia, é uma forte tendência em escolas e faculdades mundo afora hoje em dia: a proibição do uso de aparelhos eletrônicos modernos. Não é o Google Glass ou câmeras de alta velocidade, mas televisão e celular, tão presentes no nosso dia a dia.
    R7

    EAD

  • Google e edX trabalham juntos em novo site de Moocs
    O Google e o edX, plataforma lançada por iniciativa de Harvard e MIT em 2012 para oferecer cursos gratuitos e que hoje já conta com mais de 28 universidades no mundo, anunciaram hoje que estão trabalhando juntos em uma nova plataforma a ser lançada no primeiro semestre do ano que vem. A Mooc.org permitirá que universidades que não fazem parte do xConsortium (grupo de universidades parceiras no edX), empresas, professores e até governos ofereçam suas aulas pela web para alunos de todo o mundo.
    Porvir
    Veja também:
    Plataforma de EAD de Harvard e MIT se associa ao Google (Veja Online)
  • sábado, 7 de setembro de 2013

    Clipping: tecnologia deslumbra mas o professor é a chave!


    (de 25/ago a 07/set)
    Há deslumbramento com tecnologia, corremos o risco de esquecermos o principal: o currículo conteudista ainda está vivo e passa bem. Talvez por isso ainda haja críticas ao celular em sala de aula. Afinal, se a mediação do professor existir, a diferença vai aparecer! E a internet ajuda a sentir-se em comunidade. São Paulo está criando até espaço para blogueiros.
    O projeto 'um computador por aluno' está comprometido - principalmente por focar nos instrumentos. E o instrumento envelheceu rapidamente... Vários dispositivos com inúmeros aplicativos estão disponíveis para melhorar a sala de aula.
    Notícias do mercado de trabalho, de EAD e dica completam este clipping. Boa leitura!

  • Artigo: Brasil vive fetiche por tecnologia na educação
    Alexandre Le Voci Sayad é jornalista e educador.
    Enquanto há deslumbramento com tecnologia, corremos o risco de esquecermos o principal: o currículo conteudista ainda está vivo e passa bem
    (...) Em uma recente pesquisa, a Fundação Lemann e o Instituto Inspirare listaram tendências na área de inovação que realmente impactam no que importa: o currículo. A flexibilização do mesmo, juntamente com formas inovadoras de gestão e avaliação, aliadas a uma formação de docentes remodelada são as únicas formas de transformar de fato a educação de um país.
    O Estado de São Paulo

  • Pesquisadores criticam celular em aula: jovens não são multitarefas
    Um olho nas mensagens do celular e outro nas explicações dos professores. Ainda que as escolas tentem evitar, essa é uma cena rotineira em sala de aula que, garantem os adolescentes, não prejudica a aprendizagem. No entanto, para especialistas, esse argumento é falso, e o hábito de manter diferentes focos de atenção pode gerar estresse ou até mesmo indicar um Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
    Terra

  • Entrevista: ‘A mediação do professor é o que faz diferença’
    (...) Pós-graduada em Mídias na Educação pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Fernanda reúne textos, vídeos, dicas de sites e blogs, entrevistas e jogos educacionais com o objetivo de munir seus colegas de ferramentas para enriquecer e diversificar o processo ensino e aprendizagem.
    Porvir

  • São Paulo cria rede estadual de professores blogueiros
    Professores blogueiros da rede estadual de ensino de São Paulo vão passar a contar, a partir de outubro, com um espaço de interação no Portal da Educação, mantido pela secretaria estadual na internet.
    Folha de São Paulo

  • Envolvimento de toda a escola determina sucesso de Um Computador por Aluno
    As experiências bem-sucedidas do projeto Um Computador por Aluno têm, pelo menos, alguns pontos em comum. O primeiro é terem sido abraçadas por todos os envolvidos no processo: alunos, professores, coordenadores, diretores, secretários, prefeitos. Depois, a transformação do programa em política pública local aparece como ponto crucial para o sucesso da iniciativa nesses estados e municípios.
    iG

  • Aproveite o Twitter na sala de aula
    Um levantamento feito anualmente por um centro internacional coloca o Twitter como a ferramenta digital mais utilizada para o aprendizado. A rede social funciona como um microblog: os usuários podem postar mensagens de até 140 caracteres. Na rede, é possível seguir amigos, conhecidos, especialistas, celebridades e acompanhar o que eles têm publicado também.
    É provável que muitos dos seus alunos estejam na rede social e utilizá-la nas aulas pode ser uma boa maneira de engajá-los. Listamos aqui embaixo três possíveis maneiras de utilizá-la.
    Nova Escola

  • Aplicativos móveis ajudam a organizar e complementar os estudos
    A tecnologia vem se tornando uma importante ferramenta didática de apoio aos alunos e educadores também nos dispositivos móveis. Veja uma seleção de aplicativos e games educativos para tirar o máximo de proveito de tablets e smartphones na hora de estudar.
    G1

  • Biblioteca online Nuvem de Livros conquista 1 milhão de usuários
    A falta de espaço nas residências e em 65% das escolas públicas e privadas do Brasil dificulta a implementação de uma biblioteca física, mas isso não é uma barreira para a disseminação do conhecimento, segundo o empresário Jonas Suassuna, criador da biblioteca online Nuvem de Livros, que disponibiliza mais de 10 mil conteúdos para computadores, tablets e celulares dos cerca de 1 milhão de assinantes.
    Agência EFE

  • Mercado de trabalho elimina barreira a profissional com curso a distância
    Após um período de ceticismo, o mercado de trabalho não diferencia mais profissionais formados em cursos presenciais ou a distância. A flexibilidade de horários e a oferta de cursos nas melhores instituições do País e do mundo, aumentam as chances de empregabilidade, manutenção do emprego e promoção da mesma forma que ocorre com a modalidade presencial.
    D24am

  • Principal desafio é atrair talentos em tecnologia, diz presidente da IBM Brasil
    Ninguém duvida que o crescimento de um país está diretamente ligado ao desempenho dos profissionais que nele atuam. No entanto, na visão do presidente da IBM Brasil, Rodrigo Kede, atualmente o principal desafio das empresas é atrair e reter talentos, especialmente na área de tecnologia - setor que impulsiona o desenvolvimento.
    Olhar Digital

  • Cabos desconectados
    (...) Ou, em outras palavras, investigou como professores e alunos enxergam o uso e as possibilidades dessa ferramenta. Para refletir sobre o tema, sustentado por dados concretos, Corrêa entrevistou educadores e estudantes de 15 a 18 anos de uma tradicional escola pública de Ribeirão Preto. Compilou as respostas e chegou a algumas conclusões esperadas e outras bastante surpreendentes sobre como os usuários percebem a rede mundial de computadores.
    Giz

    EAD

  • Portal latino de videoaulas lança versão brasileira
    A existência de portais com conteúdo educativo disponibilizados na internet já não é novidade. De plataformas produzidas pelas próprias escolas aos canais de vídeos no YouTube, a oferta de jogos interativos e videoaulas é tamanha que se tornou muito mais difícil a seleção que a busca das melhores ferramentas on-line. Atentos à questão da qualidade e da organização do material vinculado na rede, um grupo de professores da Argentina resolveu criar a Educatina, uma plataforma gratuita de videoaulas com conteúdo de diversas matérias voltada para alunos de todas as idades. Até então focado apenas para o público latinoamericano, o portal chega agora ao Brasil, com vídeos em português.
    Porvir

  • Coursera estreia cursos traduzidos em português
    Estreiam na segunda-feira, 2, os dois primeiros cursos do Coursera traduzidos para português: Introdução ao Pensamento Matemático, oferecido pela Universidade de Stanford, e Fundamentos de Estratégia para Negócios, da Universidade da Virginia. Ambas instituições são dos Estados Unidos. Os cursos, em inglês, tiveram ajuda de sete voluntários, sendo seis tradutores e um revisor.
    O Estado de São Paulo

  • USP disponibiliza cursos online gratuitos no Veduca
    Em três meses mais de 20 mil estudantes fizeram os cursos e receberam certificados
    (...) A parceria entre a USP e o Veduca foi firmada com professores autores dos cursos. Segundo Daiane eles se “identificam com o propósito do Veduca, de democratizar o acesso à educação de alta qualidade, tornando cursos excelentes disponíveis a qualquer pessoa”.
    Atualmente dois cursos da Universidade de São Paulo estão disponíveis
    R7

    DICA

  • 24 maneiras de utilizar tablets em sala de aula
    Com a popularização dos tablets e do uso da tecnologia em sala de aula, vale a pena investir em atividades que realmente façam a diferença no aprendizado dos alunos. Simplesmente colocar o tablet em sala de aula não é produtivo, pelo contrário, atrapalha a concentração e rendimento dos estudantes. Por isso, as escolas e os professores devem trabalhar em conjunto para que o uso das tecnologias seja saudável, equilibrado e com objetivos claros.
    Universia Brasil
  • sábado, 24 de agosto de 2013

    Clipping: Tecnologia exige muuuito treinamento!


    (de 11 a 24/ago)
    Sim! Tecnologia exige muito treinamento! Afinal o professor é a chave do sucesso na educação em geral. Esse foi um dos problemas do UCA (lembrado programa?), além de problemas na infraestrutura e no material didático.
    Enquanto isso, novidades na área surgem quase que diariamente: plataforma colaborativa, plataforma adaptativa, sala de aula invertida, e até escola 'Steve Jobs', na Holanda. Várias boas experiências surgem no mundo todo. Na sala de aula ou na gestão na escola.
    Confira!

  • Cada dólar investido em tecnologia educacional exige nove em treinamento
    Professor de Educação e Ciência da Computação de Stanford diz que compra de equipamentos é medida popular, mas muitas vezes gera desperdício
    A compra de computadores e, mais recentemente, tablets por governos é uma forma de desperdício de dinheiro. A afirmação que pode parecer de algum avesso à tecnologia, pelo contrário, é do professor da Escola de Educação e do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Stanford, Paulo Blikstein. “Para cada dólar investido em tecnologia é preciso nove dólares para treinar para o uso”, diz.
    iG

  • Professor é chave para o sucesso no uso de tecnologia na sala de aula
    O uso das tecnologias em sala de aula – considerado um caminho sem volta por especialistas em educação – depende essencialmente dos professores para dar certo. Por isso, eles se tornaram o grande alvo dos programas atuais do Ministério da Educação para promover o aproveitamento de ferramentas tecnológicas nas escolas.
    iG

  • Vitrine de Lula, programa Um Computador por Aluno só chegou a 2% dos estudantes
    Projeto-piloto salientou problemas de infraestrutura das escolas e mostrou que País não pode ter modelo único
    Há seis anos, o Ministério da Educação anunciava um projeto que, pelo nome, criou expectativas em todos os milhões de estudantes brasileiros da rede pública: Um Computador por Aluno (UCA). A proposta ambiciosa de distribuir laptops nas escolas tornou-se uma meta do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na prática, o programa alardeado como menina dos olhos do governo federal pouco avançou.
    iG

  • Falta de infraestrutura travou plano de levar computadores para a sala de aula
    Uso de laptops nas escolas pelo programa Um Computador por Aluno falhou por falta de instalações físicas, elétricas e de internet adequadas
    iG

  • Tecnologia avança na sala de aula, mas falta material didático adequado
    O desenvolvimento de materiais didáticos digitais não tem acompanhado a criação e a adaptação de ferramentas tecnológicas para as salas de aula. Computadores deram lugar a notebooks, já em substituição por tablets, mas a disponibilidade de conteúdos didáticos não cresce na mesma velocidade, nem aproveita todo o potencial das ferramentas.
    A carência de materiais adequados a todas essas ferramentas é considerada outro entrave para o aproveitamento total das tecnologias em sala de aula. A constatação, do próprio Ministério da Educação, fez com que o governo federal decidisse investir na produção de conteúdos educacionais digitais.
    iG

  • Google lança plataforma colaborativa de ensino a distância
    Quem quiser procurar ajuda online, agora pode procurar especialistas no Google Helpouts. A nova plataforma da companhia permite aos usuários darem aulas por videoconferência e cobrarem por isso.
    A estrutura é semelhante ao Hangouts, serviço gratuito de videochamadas no Google. As diferenças ficam por conta do foco no ensino e a opção de cobrar pelo tempo ou por sessões. É possível agendar tudo e definir o preço que quiser.
    Olhar Digital

  • Plataforma adaptativa gratuita quer chegar a 1 milhão
    Entra no ar no próximo dia 31 a primeira plataforma brasileira de ensino adaptativo. Lançada dois meses antes do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o Geekie Games será um ambiente virtual dotado de inteligência computacional capaz de entender o que cada usuário sabe e não sabe e, assim, sugerir estudos que o ajudem a preencher lacunas de conhecimento e se sair melhor no exame. Além de aberta e totalmente gratuita a qualquer interessado, por enquanto, quatro secretarias estaduais de Educação já confirmaram adesão: Ceará, Bahia, Acre e Goiás. Com redes inteiras que inscreverão seus alunos de ensino médio e os registros individuais espontâneos, a expectativa é que a plataforma chegue a um milhão de alunos – um sétimo dos inscritos no exame nacional.
    Porvir

  • Invertendo a sala de aula invertida
    Desde que Salman Khan colocou suas videoaulas pelo YouTube e se tornou um professor assistido mais de 280 milhões de vezes, a metodologia da sala de aula invertida tem se tornado cada vez mais popular. Afinal, podia ser uma boa ideia oferecer aos alunos recursos para que tivessem contato com a teoria primeiro, de casa, e deixar para a escola os momentos de discussão e de aprendizado mais profundo. Uma pesquisa realizada na Faculdade de Educação de Stanford, no entanto, mostra que a experiência educativa pode ser muito mais efetiva se, em vez de aprender de casa, o primeiro contato com determinada disciplina pode ocorrer a partir de atividades práticas, com experiência e investigação. É a reinversão da sala de aula invertida – ou, em inglês, “flip the flipped classroom”.
    Porvir

  • Holanda inaugura 1ª escola 'Steve Jobs' que ensina os alunos em iPads
    Metodologia da Steve Jobs School desenvolve criatividade das crianças.
    Uma escola onde cada estudante recebe um iPad conectado na internet. Nada de lousa, giz, professor passando lição, nem uniformes. A Holanda experimenta um novo formato de ensino voltado totalmente para a tecnologia e a interatividade do aluno com o conteúdo. A cidade de Sneek inaugurou esta semana a primeira unidade da Steve Jobs School, a escola experimental criada a partir dos conceitos e da tecnologia desenvolvidos pelo fundador da Apple que morreu em 2011.
    G1

  • Alunos preferem jogo que é bateria de testes educacionais a Facebook
    Com pontos e medalhas, exercícios passam por jogo e ganham atenção em aula de escola pública de São Paulo
    Um texto ou figura, uma pergunta e as alternativas para resposta. Na prática, o jogo educacional Ludz segue o padrão mais tradicional de qualquer exercício escolar, no entanto, alunos do 5º ano da Escola Estadual Henrique Dumont Villares, em São Paulo, dizem gostar do teste online tanto quanto de educação física e, quem tem internet em casa, conta que prefere usar o tempo livre para responder mais questões a entrar em redes sociais.
    Ao acompanhar uma aula, a diferença parece estar em elementos simples que fazem com que a atividade se pareça a um vídeo-game.
    iG

  • Professora usa rede social em lição de casa
    Se não é possível lutar contra as redes sociais, o melhor é juntar-se a elas. Essa é a filosofia de uma professora de matemática que resolveu usar o Facebook para postar lições de casa e para acompanhar de perto as tarefas.
    Vale de tudo: foto da lousa do dia, lembretes das tarefas que devem ser feitas e até mensagens de ânimo para os estudantes com dificuldades.
    Folha de São Paulo

  • Na Unesp, alunos usam 'amigos virtuais' para treinarem idiomas
    Em encontros virtuais, universitários praticam idioma com estrangeiros e melhoram sua fluência oral. Desde 2006, a Unesp (Universidade Estadual Paulista) adotou o projeto Teletandem Brasil, em que alunos encontram parceiros de universidades do exterior para trocarem conhecimentos do idioma.
    Uol
    Veja também:
    Conversa online com estrangeiro melhora fluência; sites encontram parceiros (Uol)

  • Crianças de Friburgo, RJ, aprendem programação de computadores
    Projeto é inovador e foi iniciado com crianças do 6º ao 9º ano. Objetivo é auxiliar no aprendizado de outras disciplinas.
    Ensinar programação de computadores a crianças pode parecer uma ideia distante, mas em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio, o projeto começa a sair do papel. Através de uma proposta do professor e programador José Loyola Bechara, alunos da rede municipal de ensino começam a ampliar seus conhecimentos dentro da informática.
    G1

  • Pen drive leva ensino multimídia a escolas de todo o país
    Carregar em um pen drive mais de 300 atividades educativas e um recurso que promete prender a atenção de estudantes cada vez mais multimídia. Essa é a proposta de um casal que resolveu unir pegagogia e tecnologia em busca de novas formas para desenvolver a educação infantil. A oportunidade de carregar uma ferramenta de ensino dentro da carteira - e de graça - chamou a atenção de educadores e congressistas durante palestra nesta terça-feira (13) no VI Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico, que acontece até o próximo dia 15, em Brasília.
    EBC

  • Plataforma colaborativa mapeia cursos por bairro
    (...) Foi a partir dessa inquietação que um grupo de estudantes paulistas: Lucas Montanheiro, 29, Emilio Veloso, 32, e Fernando Mattos, 26, resolveu criar o Complicitat (Cumplicidade, em catalão), uma plataforma aberta colaborativa que permite aos usuários consultar informações relacionadas diretamente ao seu bairro. Desde a notícia sobre as obras de trânsito na própria rua, até a oferta de atividades culturais e cursos de educação oferecidos na sua comunidade. Idealizada há três anos, somente em junho deste ano a plataforma foi lançada.
    Porvir

  • Colégio do Rio usa sistema de monitoramento de aluno por celular
    Responsável cadastrado recebe torpedo com horário de saída e entrada.
    Uma novidade promete acalmar o coração dos pais preocupados. Para garantir a segurança dos seus alunos e tranquilizar os responsáveis que têm filhos que utilizam transporte escolar, ônibus ou vão a pé, o Colégio MV1 Total contratou uma empresa que faz o monitoramento dos horários de entrada e saída de seus estudantes. O sistema transmite a informação ao número cadastrado através de um torpedo, explicou ao G1 a presidente das escolas MV1, Daniela Teixeira, nesta terça-feira (13).
    G1

    EAD

  • Artigo: O risco que os cursos à distância representam para a educação brasileira
    Gisela Wajskop, Professora Doutora pela FEUSP/Université Paris XIII
    (...) Vivemos atualmente a glorificação dos cursos à distância, associada às novas tecnologias, mídias e redes sociais. Olhando para os dados, porém, constata-se que se o número de vagas em cursos de Pedagogia vem subindo vertiginosamente em cursos à distância com declínio equivalente das vagas em curso presencial e o número de concluintes nos cursos à distância é significativamente menor daqueles que frequentam os cursos presenciais. Não estaria aí uma pista para a resposta do problema da qualidade de nossos profesores? Há mais gente estudando em cursos à distância, mas, no final, os formandos são em número maior nos presenciais. O que estaria escondido por trás desses números?
    CGC Educação

    DICA

  • Reforma ortográfica: 5 recursos on-line grátis
    Idéia ou ideia? Ultra-sonografia ou ultrassonografia? Lingüiça ou linguiça?
    (...) Para que ninguém fique para trás, o Porvir organizou uma lista com 5 recursos on-line gratuitos para não errar com a nova ortografia. São cursos, aulas, páginas interativas, exercícios e games elaborados por especialistas e disponíveis gratuitamente na web.
    Porvir
  • sábado, 10 de agosto de 2013

    Clipping: Novas formas de ensinar


    (de 01 a 10/ago)
    Tablets e laptops são cada vez mais um item corriqueiro em sala de aula. E com eles chegam plataformas, vídeos, redes sociais... E novas formas de ensinar: ensino colaborativo, ensino adaptativo, e-learning, sala de aula invertida, ...
    Experiências em EAD e dicas completam o resumo desta semana. Boa leitura

  • Ensino colaborativo: plataformas on-line unem professores e alunos
    Uma série de plataformas on-line promete ligar pessoas que querem aprender aos que têm algo a ensinar. Conhecida como crowdlearning, trata-se de uma ferramenta de ensino colaborativo, que permite trocas de informações sobre diversos assuntos.
    Uol

  • Plataforma propõe avanço ao ensino adaptativo
    Num momento em que startups de educação e tecnologia estão desenvolvendo produtos cada vez mais personalizados às necessidades dos alunos, uma dupla do Vale do Silício promete colocar mais ingredientes nesse debate ao agregar à plataforma de aprendizado que está desenvolvendo as inteligências trazidas por redes sociais e por ferramentas de colaboração, big data e desenvolvimento profissional. O colombiano Nelson Gonzalez e a norte-americana Ramona Pierson estão tirando do forno o Declara, cujo lançamento oficial ocorre nos próximos meses, mas que já vem sendo testado nos mais diferentes ambientes – de sistema judiciário a salas de aula. A missão, que de pouco ambiciosa não tem nada, é promover o aprendizado profundo em qualquer lugar, em qualquer fase da vida.
    Porvir

  • Professores brincam com tablets para ensinar
    Janelas fechadas, o intervalo já terminou, ainda faltam duas aulas quando o professor entra. “Boa tarde, turma! Hoje nós vamos estudar mecânica, a primeira lei de Newton”. E então ele vira de costas, enche a lousa com números, sinais e passa dois exercícios valendo nota para a próxima aula. Nada disso. Um grupo de professores do Rio de Janeiro resolveu colocar a diversão e a tecnologia no meio do aprendizado e criou o Física em Cena, projeto que realiza experimentos com smartphones e tablets para explicar conceitos de mecânica, dilatação, reações químicas de determinados elementos, e disponibiliza os vídeos, gratuitamente, em seu canal do YouTube.
    Porvir

  • Rede social ajuda estudantes a desenvolverem a escrita
    (...) Reunir tudo isso em um texto que em geral é de até 30 linhas não é uma tarefa fácil para boa parte dos alunos. Pensando nisso, a escritora Sônia Rodrigues desenvolveu a plataforma de ensino Almanaque da Rede, uma rede social que estimula a leitura e oferece meios para que os alunos melhorem a escrita. Os estudantes interagem dentro do site em uma dinâmica nos moldes do Facebook, podendo escrever textos, além de interagir, lendo e comentando as redações escritas pelos amigos.
    EBC

  • 10 boas experiências no uso de tablets e laptops
    (...) Apesar de todos esses movimentos, Trucano ressalta que ainda há perguntas a serem respondidas sobre o uso massivo de tablets e computadores na escola: o que sabemos sobre o que funciona ou não no planejamento e implementação desses projetos de um computador por aluno? Quais devem ser os custos e os benefícios? Onde deveremos olhar quando tentamos encontrar soluções para essas questões? Trucano levantou dez iniciativas pelo mundo que merecem destaque.
    Porvir

  • Uso do Facebook na Educação
    O Facebook é a maior rede social do mundo: atualmente, conta com mais de 900 milhões usuários. Ele tem aberto cada vez mais portas para que as escolas e professores possam usá-lo para melhorar a comunicação e, principalmente, renovar a relação de ensino e aprendizado com os alunos. Veja aqui 100 dicas para usar o Facebook na escola e tornar as aulas ainda mais dinâmicas!
    Autodidata Digital

    EAD

  • Arquivo Público do Estado tem versão a distância de oficina pedagógica
    O Núcleo de Ação Educativa (NAE) do Arquivo Público do Estado de São Paulo está com inscrições abertas, até dia 11 de agosto, para a oficina pedagógica “O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula”. Pela primeira vez, a oficina contará com a modalidade de ensino a distância (EAD), que visa a ampliação de vagas e a facilidade de acesso no Estado de São Paulo.
    Agência Fapesp

    DICA

  • Portal online gratuito disponibiliza aulas e testes preparatórios para o Enem
    Programa desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas oferece cerca de 180 aulas agrupadas em 15 cursos
    O Ensino Médio Digital, desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas, traz testes e simulados com mais de 6 mil questões. De forma divertida e adequada à proposta do Enem, o portal oferece cerca de 180 aulas agrupadas em 15 cursos, com quase 400 horas de duração, que abordam as quatro áreas de conhecimento nas quais o exame é dividido: ciências da natureza e humanas, matemática e linguagem.
    Zero Hora

  • 10 apps que ajudam nas aulas
    (...) Não são livros de estudo ou apostilas, mas sim apps para usar durante a aula ou na hora de fazer um trabalho, por exemplo. Blocos de anotações, editores de textos colaborativos, gravadores e mais.
    Info